Somos agora mais desiguais e fugimos
Só nos vemos na desigualdade das coisas
O silêncio é tudo o que pressentimos
Nem o grito talha o dia e o suspende
Nem máscara que compomos a entendemos
Vemo-nos na desigualdade das coisas
Só no número e no ecrã nos perfilamos gente
Temos o outro ao encontro do nosso rosto
Mas só da nossa máscara somos confidente
0 comentários:
Enviar um comentário